Documentário sobre Armando Carreirão produzido por acadêmica da ESTÁCIO
Quem se interessa pela história do cinema e do jornalismo no Estado em breve
poderá matar algumas curiosidades. Trata-se de um documentário em vídeo
produzido pela acadêmica da sétima fase de Jornalismo da ESTÁCIO, Luiza
Lehmkuhl Carreirão, sobre o produtor de cinejornais Armando Silvio Carreirão,
que deve estar pronto em
novembro. Armando, hoje com 81 anos, produziu o primeiro
longa-metragem de Santa Catarina, "O Preço da Ilusão", realizado pelo
Grupo Sul (ou Círculo de Arte Moderna de Santa Catarina). O filme foi um
fracasso financeiro e, para pagar as dívidas, Carreirão montou uma produtora de
cinejornais, que registrou eventos políticos, sociais e acontecimentos
históricos de todo o Estado entre os anos de 1957 e 1970. Como Armando é
reservado e não gosta de conceder entrevistas, muitos trabalhos sobre o tema
não puderam contar com a versão dele, que, neste documentário, resolveu se
abrir para a neta Luiza. O trabalho foi orientado pelo cineasta Zeca Pires e
realizado com o apoio da Estácio de Sá, através do Núcleo de Comunicação. A
fase de edição está sendo realizada na produtora Canal 3.
XIV
Escola Regional de Informática na FAMEG
A Escola Regional de Informática (ERI) é um evento anual da Sociedade
Brasileira de Computação – SBC, dirigido para estudantes de graduação e
pós-graduação, professores, pesquisadores e profissionais da área de Computação
e Informática. Apesar de sua organização regionalizada, a ERI é aberta a
participantes de todo o País. Ela consiste na apresentação de uma série de
mini-cursos sobre assuntos inovadores na área de Computação, apresentados por
especialistas, com a edição do correspondente livro texto e mais algum debate,
de forma acessível para o público alvo.
Em 2006 o evento foi sediado no Auditório da Faculdade Metropolitana de
Guaramirim – FAMEG nos dias 10, 11 e 12 de agosto de 2006. A escola contou com
mini-cursos e palestras voltados para estudantes de graduação e pós-graduação
bem como profissionais da área de informática.
Símbolo para São José tem imagens de aluno da ESTÁCIO
A Rede SC/SBT, com o patrocínio da Faculdade ESTÁCIO DE SÁ, fez o lançamento da
campanha que irá escolher um símbolo para São José. Os moradores de São José
poderão escolher, através de diversas urnas espalhadas pela cidade, uma imagem
para se tornar o símbolo do município. As dez imagens selecionadas pela
organização do evento são de autoria do fotógrafo Marcelo Pinheiro, aluno de
Jornalismo da Estácio. O resultado da campanha será divulgado no dia 10 de
outubro, juntamente com a premiação ao vencedor da promoção.
Workshop Gratuito Inovação no Varejo oferecido pelo IBES
O IBES apresentou, no último dia 18 de agosto, o Workshop Gratuito sobre
Inovação no Varejo. Proferido pelo palestrante Pedro Luiz Roccato, foram
apresentados cases e tendências do Congresso Mundial de Varejo 2006 e os
caminhos para o varejo do futuro. Pedro Luiz Roccato é autor do livro
"Canais de Vendas e Distribuição", primeiro do gênero no Brasil.
JANGADA abre a II Jornada Científico/Cultural
A Faculdade JANGADA realizou no dia 04 de setembro, no Auditório da ACIJS,
a solenidade de abertura da II JORNADA CIENTIFICO/CULTURAL – ETICA E QUALIDADE
DE VIDA.
Definidos clientes da disciplina de Assessoria de Imprensa da ESTÁCIO
Já estão definidos os clientes que serão atendidos pelos alunos da disciplina
de Assessoria de Imprensa e Comunicação, cursada pelos alunos da 8ª fase do
curso. A turma matutina vai trabalhar para o Grupo de Estudos e Apoio à Adoção
de Florianópolis e para o Festival Mundial da Paz, que acontece em
setembro na capital catarinense. Os alunos do noturno atendem a Associação
Florianopolitana de Deficientes Físicos (Aflodef) e o Intercâmbio Nacional de
Capoeira, evento também marcado para setembro na grande Florianópolis.
Acadêmicos de Design-Moda da UNIASSELVI realizam projeto inédito na área de
vestuário
Acadêmicos do quarto semestre do curso de Desing-Moda iniciaram as atividades
do projeto de desenvolvimento de peças e acessórios de vestuário para pessoas
portadoras de deficiências físicas. O projeto, realizado em parceria com a
Associação Blumenauense de Deficientes Físicos (Abludef), tem como objetivo
desenvolver peças que facilitem o dia-a-dia dos portadores de deficiência,
grupo social não beneficiado por projetos com este propósito. O primeiro
encontro entre o grupo de estudantes e os associados da Abludef foi reservado
às entrevistas de trocas iniciais de informação e análise das situações
específicas de cada portador. O coordenador do curso de Design-Moda, professor
Guilherme Meyer, esteve junto com os acadêmicos no primeiro encontro com os
associados da Abludef. Durante suas explanações, Guilherme disse que os
acadêmicos da quarta fase já passaram da metade do curso, “o que lhes dá uma
bagagem técnica, criativa e teórica suficiente para o desenvolvimento de um
projetos destes”. Em suas explicações sobre o design, o professor afirmou que
“freqüentemente confundem esta área com o desenvolvimento apenas de produtos
bonitos. O design tem de ir além disso. Temos que nos preocupar com a
inteligência, conforto e maior durabilidade dos produtos. O design deve
procurar, sempre, fazer com que os produtos se relacionem com seus usuários,
melhorando as suas vidas”, concluiu.
A presidente da entidade, Maria Helena Mabba, disse que “este projeto é uma
grande novidade e que todos acharam a idéia maravilhosa”. Segundo ela, “será um
prazer estar junto com os acadêmicos durante este tempo que precede o desfile”.
“Incluir os portadores com deficiência na moda é um grande exemplo que merece
destaque”, disse Maria Helena.
Arte gráfica ocupa o Espaço Cultural da ASSEVIM
“Formas da cor” é a mais nova exposição de arte na Associação Educacional do
Vale do Itajaí-Mirim (ASSEVIM). As obras são de
Maurício Brandino Celista, um dos grandes expoentes da arte gráfica em Santa Catarina. A
exposição é composta por 12 pôsteres impressos, desenhados com softwares
gráficos e desenhos feitos a lápis e com caneta hidrocor. As obras podem ser
conferidas até o dia 13/10, das 08 às 22 horas.
Mauricio Brandino Celista nasceu em São Paulo. Seu primeiro contato com a arte foi
nos salões do Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde, por morar próximo,
passava algumas tardes copiando quadros famosos. Mudou-se para o sul e começou
a trabalhar em agências de Blumenau como ilustrador, depois como diretor de
arte. Em 90, realizou a exposição de desenhos intitulada “Cia dos Palhaços”, no
Shopping Mueller, composta por setenta obras, entre desenhos e banners
plotados.
A organização da exposição em Brusque fica por conta do Núcleo Cultural da
ASSEVIM, sob coordenação das professoras Carla Carvalho e Sílvia Teske.
“Maurício possui um trabalho lúdico e ao mesmo tempo instigador. Instiga a
compreender que homem é este com o qual você dialoga, qual seu olhar para o
mundo – e por quê meio homem, meio robô”, confirma Carla.
Atualmente, o artista reside e trabalha em Balneário Camboriú.
É publicitário há 20 anos por profissão e ilustrador por vocação. A professora
Sílvia vê o trabalho de Maurício Brandino Cellista como uma linha que flui, e
na sua fluência vai trazendo formas e figuras que falam do mundo contemporâneo,
cibernético, mas também sensível, emocional, expressivo. “A cor parece invadir
um espaço linear, mas de uma forma tão sedutora que não chega a confundir o
traço, ao contrário, torna-o presente e persistente. Acredito que este desafio,
de manter traço e cor em diálogo, poucos artistas atuais conseguem, e Maurício
é um deles. Gosto disso, gosto da limpeza com atrevimento. Gosto do gesto
controlado e da cor exacerbada em conversa lúdica. Gosto do som que permanece
vivo em imagem congelada, mas sempre em movimento”, complementa a professora.
As obras da nova exposição lembram as obras futuristas, porém mais, muito mais
lúdicas e com outro discurso, de acordo com a professora Carla. “A aproximação
que vejo está na forma e não no tema, assim sua obra se expande em elementos
que incorpora com clareza seu olhar para o mundo, indo e vindo em temas que nos
remetem a outras obras, que revisita ao seu modo. Traz a marca de seu
trabalho como ilustrador, no traço, nas cores e nas formas. De certa maneira
marca o diálogo entre o manual e o digital, marcas de nosso tempo”, finaliza
ela.
China: um canal de oportunidades
Em palestra em Indaial, Charles Tang listou uma série de vantagens que o Brasil
e a China podem ter, se investirem numa parceria sólida A China é uma ameaça ou
uma oportunidade?”. A pergunta foi feita na noite desta quinta-feira por
Charles Tang, presidente binacional da Câmara de Comércio e Indústria
Brasil-China, ao público que prestigiou sua palestra em Indaial, a partir das
19h, no auditório da Associação Comercial e Industrial do município (ACIDI). O
evento, promovido pelo Centro de Formação e Apoio Profissional da
UNIASSELVI (CEFAP) e pela ACIDI, foi bastante prestigiado por empresários da
cidade e região, além de acadêmicos dos cursos de Administração da UNIASSELVI.
Durante a palestra, Tang listou uma série de vantagens que o Brasil e a China
podem ter, se investirem numa parceria sólida.
“Quem não conhece, teme a China. Mas, quem conhece, só vê o país como um canal
de oportunidades”. Tang destacou que, desde 2000, quando o comércio entre os
dois países se intensificou, o Brasil já acumulou US$ 7 bilhões de superávit.
E, mesmo assim, ele considera que os brasileiros têm sido pouco agressivos ao
abordar o mercado chinês. Tang frisou, por exemplo, que seu país ainda compra
café, suco de laranja, móveis e calçados da Europa pelo simples fato de desconhecer
a existência e a qualidade dos produtos brasileiros. “O Brasil deveria se
comportar como um mascate e mostrar tudo o que tem para a China”, sugeriu,
insistindo que os brasileiros devem usar melhor as armas da
competitividade.
Em todas as palestras que faz por todo o Brasil, Tang defende que a China é um
excelente parceiro comercial para o país, ao invés de ser uma ameaça econômica,
como apregoam autoridades empresariais. Segundo ele, as oportunidades
brasileiras ultrapassam a possibilidade de realizar transações de U$$ 35
bilhões até 2010. Atualmente os principais produtos exportados para os chineses
são minérios e soja. Tang enfatiza que as novas oportunidades de negócio são:
leite e genética bovina, café, suco de laranja, castanha, moda em vestuário
têxtil, móveis de couro e de madeira, vinhos, entre outras
necessidades. A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China foi
fundada por Charles Tang com o propósito de estreitar as relações entres os
dois países. Para ele, o Brasil tem muito mais condições do que a China e o
Japão para se tornar um grande exportador e, portanto, ser uma superpotência
econômica.
“Além de todas as riquezas naturais, o Brasil tem uma classe empresarial que,
para sobreviver na economia do país, precisa ter visão, ousadia, coragem,
criatividade, jogo de cintura. Não tem conseguido avançar porque é muito
difícil e competitivo carregar o Custo Brasil: são 61 tributos, juros absurdos,
custo de burocracia da corrupção, uma CLT que nunca modernizou em 60 anos a
forma de proteger o empregado, encargos sociais que não beneficiam o
trabalhador. Falta visão política de crescimento e a compreensão da ciência do
desenvolvimento econômico”, concluiu.
Marques de Melo lança livro e dá palestra para acadêmicos da ESTÁCIO
A convite do curso de jornalismo da ESTÁCIO DE SÁ, o maior
pesquisador em comunicação no Brasil, José Marques de Melo, lançou na
sexta-feira, dia 18/8, o livro Teoria do Jornalismo: Identidades Brasileiras,
no plenário da Assembléia Legislativa de Santa Catarina. A obra aborda os novos
desafios da profissão e tenta aproximar os estudantes de jornalismo da
realidade da comunicação brasileira. Antes do lançamento, Marques de Melo
ministrou palestra sobre a Pesquisa em Comunicação no Brasil para cerca de 300
pessoas, entre estudantes e professores de jornalismo. O evento foi uma
parceria entre a ESTÁCIO e a Associação Catarinense de Imprensa (ACI), que este
ano já viabilizou a vinda a Santa Catarina das jornalistas Malu Tavares e Lúcia
Hipólito e da educadora Madalena Freire.
IBES Cultural apresenta A PRIORI
A programação do Espaço IBES Cultural mostra o talento de três colaboradoras da
instituição.
Até 30 de outubro, os visitantes podem conferir, no Instituto
Blumenauense de
Ensino Superior, mais de 20 trabalhos feitos pelas artistas Camila
Wagner,
Janaína Ledra e Rosália Senger. O objetivo desta
atividade, segundo a coordenadora do IBES Cultural professora
Lygia Helena Roussenq Neves, é desenvolver a
vocação e mostrar os talentos
existentes junto ao corpo técnico-administrativo. As obras
são apresentadas no Saguão do IBES, com entrada franca,
de segunda a
sexta-feira das 07h30 às 22h.
Na noite de abertura, programada para às 20 horas da última quarta-feira (27),
aconteceu também a apresentação do espetáculo Uma noite na Espanha, com os
alunos de balé clássico do Colégio Universitário. Esta atividade, coordenada
pela professora Rita de Albuquerque foi inspirada no balé Don Quixote.
A Priori é uma expressão em latim utilizada em filosofia para designar aquilo
que precede a experiência. Mais especificamente, a expressão costuma designar o
conhecimento proposicional que pode ser adquirido antes ou independentemente da
experiência, isto é, das informações recebidas através da percepção. O
conhecimento a priori costuma ser contrastado com o conhecimento a posteriori,
aquele que requer a experiência.
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