Artigo:
Avaliação Institucional - Compromisso das IES com
a
Auto-Avaliação e com a
Avaliação
Externa A
avaliação institucional é diretriz
constitucional
já prevista na Constituição Federal de
1988. A Lei
Nº 9.394/96-Diretrizes e Bases da
Educação Nacional
e a Lei Nº 10.172/2001 que contempla o Plano Nacional de
Educação, como instrumentos legais que norteiam a
educação brasileira, ratificam a
avaliação
institucional, fundamentando-se na necessidade de promover a melhoria
da qualidade da educação superior, orientando a
expansão de sua oferta, a melhoria contínua de
sua
eficácia institucional, bem como da sua efetividade
acadêmica e social. A Lei Nº 10.861/2004, que rege o
SINAES
– Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior - destaca especialmente, o
aprofundamento dos compromissos com a qualidade da
educação, as responsabilidades sociais do ensino
superior
e o reconhecimento da diversidade do sistema. A
avaliação
institucional prevista pelo SINAES compreende dois momentos: a
auto-avaliação ou avaliação
interna,
acompanhada pela CPA - Comissão Própria de
Avaliação – e a
avaliação externa, de
responsabilidade de INEP/MEC.
Avaliar, portanto, tornou-se uma palavra de ordem advinda das
políticas educacionais. Apresenta-se como uma nova fase, um
novo
paradigma. No entanto, somos herdeiros de um sistema em que somente ao
professor era dada a incumbência de avaliar. Didaticamente
falando, muito pouco se buscava em termos de fundamentos
teóricos que amparassem a avaliação
feita pelos
docentes. Durante muito tempo e, em muitos casos até hoje, a
melhor competência do professor era medida pelo
número de
reprovações que sua disciplina apresentava no
final do
semestre. O que ressaltamos aqui é que, com a
mudança de
paradigmas da educação, com a
evolução da
ciência, principalmente no que se refere aos mecanismos
cognitivos de assimilação,
produção e
disseminação do conhecimento, onde a
avaliação faz parte do processo educativo e deve
servir
para verificar o que o aluno aprendeu, como feedback para o
aprimoramento do processo de ensino e de aprendizagem, devemos
compreender a avaliação como uma etapa que
envolve o
aluno, o professor e a instituição.
Com o advento de uma nova visão de gestão
democrática da educação,
descentralizada e
autônoma, requerendo novos estilos de gestores educacionais,
deparamo-nos com o fato de que não aprendemos a planejar e
nem a
avaliar corretamente, nem como professores, muito menos como alunos e
até como instituições.
A partir desse novo paradigma da educação
é que
devemos ter um novo olhar para o processo de
avaliação,
seja no ensino e aprendizagem, seja na avaliação
de
projetos pedagógicos de cursos, ou seja, no contexto
institucional.
É nesta linha de raciocínio que a
avaliação interna
(auto-avaliação
institucional) das instituições de ensino
superior
necessita de um grande apoio e participação de
todos os
seguimentos da estrutura das IES e acima de tudo, para aprendermos a
avaliar.
Ressaltamos que a avaliação institucional
regulamentada
pelo SINAES, integra três modalidades de instrumentos de
avaliação, aplicados em diferentes momentos:
1. Avaliação das
instituições de ensino
superior, que se desenvolve em duas etapas: a) A
auto-avaliação coordenada pela
Comissão
Própria de Avaliação (CPA) de cada
Instituição de Ensino Superior e, b) a
avaliação externa, realizada por
comissões
designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(INEP), segundo as diretrizes estabelecidas pela Comissão
Nacional de Avaliação da
Educação Superior
(CONAES) através da Portaria nº 300/2006.
2. Avaliação do desempenho dos estudantes (ENADE)
que se
aplica aos estudantes no final do primeiro e do último ano
de
curso. Consiste de um exame que, ao avaliar o desempenho dos
estudantes, permite analisar os conhecimentos adquiridos ao longo do
seu processo de formação. 3.
Avaliação dos
Cursos de Graduação para efeito de
autorização, de reconhecimento e de
renovação de reconhecimento, com o objetivo de
verificar
o atendimento às condições de oferta,
conforme
estabelecem os princípios e os instrumentos reguladores da
educação superior nacional.
Diante dessa nova proposta de Avaliação
Institucional, faz-se necessário considerar que:
1) É preciso exercitar o ato de se auto-avaliar, em
função de que esse processo não
é
prática ainda dominada pelos vários segmentos da
instituição. A
auto-avaliação apresenta-se
como um excelente exercício de tomada de
consciência sobre
o compromisso individual para com a qualidade da
educação, tanto em nível
institucional, quanto em
nível de País. O que hoje percebemos na
auto-avaliação é que as IES
estão, apenas,
cumprindo um dispositivo legal sem dar a importância que ela
merece na busca de um novo paradigma de democracia institucional.
É preciso que os vários segmentos
acadêmicos
(dirigentes, corpo docente e alunos) se conscientizem que a
auto-avaliação é uma oportunidade para
uma
gestão mais participativa, desde a
identificação
dos problemas até a busca de alternativas de
soluções, de forma mais comprometida por todos os
segmentos. Sabe-se que no momento em que todos busquem
soluções para os problemas do cotidiano
acadêmico e
os relativos ao atendimento dos compromissos que a IES deve ter para
com o contexto externo em que está inserida, desenvolve-se
um
novo olhar sobre a forma de gestão, não ficando a
responsabilidade pela resolução apenas nas
“costas” dos dirigentes.
Muitas instituições, após aplicar os
questionários de auto-avaliação,
tabular os dados
coletados, não conseguem vislumbrar os passos
subseqüentes
que os levariam a uma análise dos resultados obtidos bem
como ao
planejamento de ações capazes de minimizar os
problemas
evidenciados. Tampouco se lembram de levar o retorno desse processo ao
aluno e ao professor, tornando-o inócuo e, por conseguinte,
não envolvendo os segmentos na busca de
soluções
para os problemas levantados com a auto-avaliação.
Finalmente, às instituições, sugere-se
a
elaboração de seu projeto de
ações de
melhoria contínua, à luz dos resultados da
auto-avaliação, mas de forma a concretizar-se
efetivamente como um processo consistente e servindo de alicerce
para possíveis mudanças, desenvolvendo
ações de adequação
contínua e de
permanente exercício de auto-avaliação
docente e
discente, constituindo-se num referencial para diagnosticar os pontos a
melhorar, permitindo assim atuar de forma eficaz rumo a qualidade
institucional. Dessa forma, espera-se que a
auto-avaliação reflita efetivamente um novo
paradigma:
não mais como uma forma de castigar ou de cumprimento de uma
legislação, mas algo intrínseco
à
gestão institucional.
2. Que, a avaliação externa seja entendida pelas
IES e
pelo governo como um instrumento de busca da qualidade da
educação superior, qualidade essa entendida como
um
conjunto de atributos latentes no seio das
instituições e
que, no cumprimento de suas missões, seus
princípios e
objetivos, possam satisfazer as expectativas dos membros da comunidade
acadêmica, da sociedade onde está inserida, de
seus
dirigentes e do governo como organismo regulador da
educação brasileira, ambos buscando atingir
padrões aceitáveis de desempenho.
Assim, a avaliação externa, realizada segundo uma
concepção formativa, deve ser entendida de
maneira
diferente dos procedimentos adotados para credenciamento de IES, para
autorização e reconhecimento de cursos, ainda que
seus
resultados sejam relevantes em processos regulatórios. A
avaliação externa se alicerçada numa
concepção formativa, privilegia a
condição
diagnóstica e reflexiva, a partir dos resultados da
auto-avaliação e da
aplicação de
instrumentos específicos, com o objetivo de identificar
aspectos, procedimentos e sistemáticas processuais que podem
e/ou devem ser aperfeiçoados na
instituição, assim
como para dar destaque aos seus pontos de excelência
acadêmica. Neste sentido a avaliação
externa produz
recomendações, gera
proposições e projetos
de ação, indica alterações
a serem feitas
nos planos e programas desenvolvidos pela IES, indica “o
que”, “onde” e “como”
os objetivos, metas
e ações podem ser redimensionados e/ou revertidos
em
aspectos alinhados à sua missão e objetivos,
potencializando os recursos existentes na
instituição.
Em suma, tanto a auto-avaliação como a
avaliação externa devem ser entendidas como
instrumentos
de pesquisa e seus resultados devem ser trabalhados como tais, devendo
a IES tirar proveito para o aprimoramento de sua gestão
institucional.
Conforme estabelece o SINAES (MEC/CONAES, 2004), os
princípios
que regem a avaliação institucional,
são:
“Responsabilidade social com a qualidade da
educação superior; reconhecimento à
diversidade do
sistema; respeito à identidade, à
missão e
à história das
instituições; globalidade
institucional, pela utilização de um conjunto
significativo de indicadores considerados em sua
relação
orgânica; continuidade do processo avaliativo como
instrumento de
política educacional para cada
instituição e para
o sistema da educação superior em seu
conjunto”.
Assim, tanto a auto-avaliação, quanto a
avaliação externa devem ser entendidas como
dimensões do processo sistêmico de
gestão
institucional e serem trabalhadas pelas IES como tais, deixando de
serem consideradas apenas como meros instrumentos reguladores
utilizados pelo Estado. Se a avaliação
institucional for
compreendida e assimilada pelas IES como integrante do processo de
gestão, seus resultados serão aproveitados para
medir os
resultados alcançados em relação aos
objetivos,
metas e ações traçadas em seu
planejamento
institucional. Desta forma a avaliação deixa de
ser,
apenas, um instrumento regulador do Estado e passa a ser vista como uma
dimensão da vida da IES.
É evidente que a avaliação
institucional
não deixará de ser, também, um
instrumento de
regulação a serviço do Estado. Mas, se
entendida
como uma dimensão do processo de gestão
institucional
passará a fazer parte da vida acadêmica, deixando
de ser
àquele “stress” que representa o
cumprimento dos
dispositivos legais e as visitas de comissões especialistas.
Portanto, para estarmos preparados para a
avaliação
externa – a qual terá início neste
semestre letivo
e será executada por Comissões de Especialistas
designadas pelo INEP/MEC - é necessário fazermos
a
auto-avaliação institucional, a qual é
coordenada
pela CPA – comissão constituída por
integrantes dos
segmentos da comunidade acadêmica de cada
instituição, cujo processo deve contemplar as dez
dimensões estabelecidas pela lei do SINAES. Para que ocorra
a
auto-avaliação de maneira satisfatória
e sejam
atendidas as diretrizes e critérios definidos pela
legislação atual é fundamental que as
CPAs tenham
o apoio e os recursos necessários para a
execução
de seus trabalhos e os resultados obtidos sirvam, não
somente
para comporem os relatórios a serem encaminhados ao MEC, mas
que
sejam trabalhados através de planos que viabilizem a
implementação das ações de
melhorias da
IES.
É importante salientar que: a) a
avaliação
institucional externa será efetuada encima dos resultados
obtidos pela auto-avaliação; b) que, caso a
instituição não atenda aos
critérios
definidos na legislação, a partir da
auto-avaliação das dimensões
estabelecidas pelo
SINAES, será assinado um termo de compromisso IES/MEC, o
qual
estabelece um prazo para a implementação das
melhorias
necessárias. Cabe, ainda, salientar que, enquanto durar o
prazo
estabelecido no Termo de Compromisso acima referido, a IES
não
poderá protocolar processos inerentes à sua vida
acadêmica.
Entendemos que, se transformarmos a avaliação
institucional em todas as suas etapas em um elemento inerente ao
processo de gestão institucional, o efeito
regulatório do
Estado será vivenciado pelas IES como uma etapa em sua vida
acadêmica, não causando qualquer transtorno no
andamento
normal das atividades.
Profa.
Lurdes Alves
Integrante do NAIA - Núcleo de
Avaliação Institucional da AMPESC;
Especialista em Avaliação Institucional;
Mestrado em Gestão da Qualidade e Produtividade;
Aluna do Programa de Pós-Graduação em
Engenharia e
Gestão do Conhecimento da UFSC e integrante do Banco de
Avaliadores Institucionais do INEP/MEC.

INSTITUTO AMPESC realiza o Curso sobre
Controle e Registro Acadêmico e Mini-Curso Artigo 170
O
objetivo do INSTITUTO AMPESC é atuar com um mentor
estratégico, sob o qual estarão abrigadas todas
as
iniciativas de desenvolvimento das competências individuais
ou
coletivas de interesse comum dos associados. As
ações do
INSTITUTO AMPESC estarão perfeitamente alinhadas com o
planejamento, com os objetivos e metas delineados pelos Associados do
Sistema AMPESC, orientados pelos seguintes propósitos:
- desenvolver a excelência humana e profissional dos
colabodores das Instituições.
- promover a formação continuada dos
profissionais de educação.
- aperfeiçoar a performance organizacional de nossas IES.
Visando atender seus propósitos, através da
pesquisa
feita e apresentada no número anterior, o INSTITUTO AMPESC
desenvolveu no mês de abril o que segue:
- Curso Sobre
Controle e Registro Acadêmico de
Instituições de Ensino Superior com exclusividade a
Santa Catarina, em parceria com a CONSAE
de Belo Horizonte - MG. Nesse
Curso a Profª. Abigail França Ribeiro discutiu as
últimas alterações promovidas na
legislação, tudo sob a ótica do
Registro
Acadêmico, apresentando um programa de
capacitação
abrangente com temas atuais e bastante prático para o
treinamento desse Setor. Além da reciclagem, os
participantes
tiveram a possibilidade de discutir procedimentos cotidianos, receber
orientações e ampliar a compreensão da
política para o ensino superior. Além
de tê-la como um contato no MEC, já que a
própria
Profa. Abigail colocou-se à disposição
das
Instituições que participaram do Curso em
intermediar
junto ao MEC. O curso aconteceu entre os dias
17, 18 e 19 no Centro de
Educação Superior Única em
Florianópolis. Foram 33 participantes de 20
Instituições de Ensino Superior, sendo 6
Instituições Privadas
não Associadas à AMPESC e duas Fundacionam que
prestigiaram e aproveitaram a oportunidade de
qualificação.
Através
da Avaliação feita no final do Curso, o INSTITUTO
AMPESC
levantou que mais de 95% dos participantes expuseram como
ótimo
o "desepenho da ministrante" em tópicos como:
a) Clareza e
objetividade ao expor os temas
b)
Domínio do conteúdo
c) Habilidade
em motivar e coordenar o grupo
d)
Cumprimento de horários/organização do
tempo
e) Recursos
didáticos utilizados: apostilas, transparências,
...
f)
Metodologia de ensino: técnicas, trabalhos, casos, ...
Confira algumas fotos do Curso:

- Mini-Curso
do Artigo 170: Muitas
dúvidas surgiram a partir do momento que as IES receberam o
quadro de recursos. A AMPESC, com auxílio da Secretaria da
Educação montou um tira-dúvidas,
trivial para
início dos trabalhos e um evento para que in loco
os responsáveis pelo Programa de Bolsas de Estudo e Pesquisa
na
Instituição, bem como de
Prestação de
Contas pudessem sanar seus questiomanentos. O evento aconteceu no
último dia 20 de abril, contou com mais de 50
participantes e foi ministrado pelas Profas. Edir, Maria Isabel,
Marlene, Ida e Ivone.



Eventos:
Reunião com a Nova Secretária da
Educação Profa. Elisabete Anderle, Assinatura dos
Convênios Programa de Bolsas do Artigo 170 e
Assembléia Geral Extraordinária
Reunião
da Presidência da AMPESC e do Conselho com a
Secretária da
Educação Profa. Elisabete Anderle:
Conselho da Presidência da AMPESC, juntamente com o seu
Presidente, reuniu-se no último dia 11 de abril para dar as
boas-vindas e apresentar a AMPESC à nova
Secretária da
Educação Sra. Elisabete Anderle.
Estiveram presentes na Reunião os Senhores: Prof. Ary de
Oliveira Filho, Dirigente da Faculdade Estácio de
Sá e
Membro do Conselho da Presidência da AMPESC; Prof.
Dascomb
Barddal, Dirigente da Faculdade Barddal e Presidente do SIMPES/SC;
Prof. Valdecir Mengarda, do Conselho do IBES e Vice-Presidente
do SIMPES/SC; Prof. José Enilton Warmling,
Dirigente da FUCAP e Membro da Presidência da AMPESC;
Prof. Julio Wiggers, Diretor de Ensino Superior da Secretaria da
Educação; Profa. Edir Seemund, Gerente
de
Educação Superior da Secretaria de Estado da
Educação; Prof. Osvaldo Momm, Dirigente
da
Faculdade Decisão e Membro do Conselho da
Presidência da
AMPESC; Prof. Roque Antônio Mattei, Diretor da SOCIESC e
Presidente da AMPESC; Sra. Valquíria Luiza Tafner
da
Cunha, Administrativa da AMPESC e
Profa. Elisabete Anderle, Secretária de Estado da
Educação, Ciência e Tecnologia.
O Presidente da AMPESC primeiramente deixou claro a parceria que espera
do Governo com a AMPESC e deu as boas-vindas à nova
Secretária. Deu continuidade explanando sobre o Artigo 171,
enfatizando que a AMPESC quer a garantia de todas as idéias
expostas nas audiências públicas e Prof. Malcon
aproveitou
o ensejo para informar que desde julho do ano passado (2005)
está envolvido com o assunto e em discussões com
a SC
Parcerias para propor alterações simples, mas
coerentes
com a nova redação do Artigo em pauta.
Tanto a
Secretária, como a Profa. Edir e o Prof. Julio afirmaram que
naquela semana entraria em votação novamente na
Assembléia o Projeto.
Já sobre o Artigo 170 a Profa. Edir afirmou que a
5ª
parcela seria empenhada na semana do dia 20/04/2006 e o Prof.
Júlio comprometeu-se de verificar junto à Casa
Civil uma
data para as assinaturas dos Convênios do Programa para este
ano. Foi confirmada também uma
capacitação
às Instituições de Ensino Superior
Privadas para o
dia 20 de abril com a SED e Tribunal de Contas.
A Dona Edir deu ênfase em alguns temas para o desenvolvimento
de
Bolsa Pesquisa - Escola Pública, Evasão e
Repetência - já que foi feita uma pesquisa juntos
as
Escolas e levantou-se as necessidades reais existentes e registou o uso
do recurso para aplicação com bastante esmero.
A Reunião foi findada por volta de 20h30 no Gabinete da
Secretária Elisabete Anderle, onde atendeu com muita
atenção e dedicação a
AMPESC.


Assinatura dos
Convênios do Programa de Bolsas do Artigo 170:
Aconteceu na manhã de sexta-feira, dia 05 de maio, a
assinatura
dos convênios de repasse dos recursos do artigo 170 a
34 universidades privadas catarinenses. Na ocasião, o
Deputado Paulo Eccel esteve presente como testemunha do ato.
O Presidente da AMPESC, Prof. Roque Antônio Mattei, cobrou
regularidade no envio das verbas e uma
distribuição mais
justa dos recursos. O Presidente - Prof. Roque - ainda
destacou o
trabalho do Deputado Paulo Eccel, afirmando que "desde o
início
da tramitação do artigo 170 o deputado trabalhou
para que
hoje se realizem os convênios".
O parlamentar assinou como testemunha das parcerias firmadas. "Sabemos
que o deputado Paulo já fiscaliza a
aplicação dos
recursos e esperamos manter a regularidade no envio", afirmou a
Secretária de Educação, Elizabete
Anderle. Em seu
pronunciamento, o parlamentar lembrou que é preciso ampliar
o
número de bolsas concedidas e que a
regulamentação
do artigo 171, em discussão na Assembléia, vai
colaborar
muito nesta ação.


Assembléia
Extraordinária:
A
Assembléia Geral Extraordinária
acontecerá no próximo dia 24 de maio. Confira a:
PROGRAMAÇÃO
08h30 Recepção dos
participantes.
09h00 Apresentação da nova Secretária
de Estado da
Educação, Ciência e Tecnologia:
Profª.
Elisabete Nunes Anderle.
09h40 Explanação a respeito da retomada
à Ampliação do Artigo 170 com Luciano
Formighieri.
10h00 Coffee-break
10h15 Conferência sobre o Núcleo de
Avaliação Institucional da AMPESC –
NAIA, proferida
pela Profª. Lourdes Alves.
10h45
Palestra sobre “A dinâmica do mercado brasileiro de
ensino superior:
aspectos de convergência ao equilíbrio de mercado
e ecessidades de
gestão”, ministrada pelo Prof. Fernando Bahiense
com o objetivo de
mostrar o cenário futuro do mercado brasileiro e o
mercado catarinense
de ensino superior, suas principais características e os
impactos sobre
o negócio e a gestão das IES.
11h45 Início da Assembléia Geral
Extraordinária com a seguinte:
ORDEM DO DIA
1. Prestação de Contas 2005.
2. Implantação da Sede em
Florianópolis.
3. Apresentação do Orçamento
2006.
4. Proposta de trabalho e planejamento 2006.
5. Assuntos gerais.


Registros: Falecimento Maike Hering de Queiroz,
esposa do Dr. Diomário e Veiculações
Falecimento
Maike Hering de Queiroz:
Confira abaixo o telegrama que a AMPESC encaminou ao Dr.
Antônio Diomário de Quéiroz, Ex-Secretário de Estado da
Educação,
Ciência e Tecnologia pelo falecimento de sua esposa:
A
Direção e Associados da
ASSOCIAÇÃO DAS
MANTENEDORAS PARTICULARES DE ENSINO SUPERIOR DE SANTA CATARINA
–
AMPESC, profundamente consternados com o falecimento da SRA. MAIKE
HERING DE QUEIROZ, irmanam-se aos familiares, pela
irreparável
perda, ocorrida dia 19 de abril próximo passado.
Veiculações:
a)
Jornal da UCE:

b) Informativo BALESTRA:

c) Revista Mercado Brasil:


AMPESC
recebe nomes para a criação dos
Núcleos
•
NÚCLEO DE ENSINO:
Prof.
Amélio Domintos Bedin – EXPONENCIAL
(Chapecó)
Profa.
Maria Ângela de Toledo Cabral – SINERGIA
(Navegantes)
Profa.
Denise Zimmermann – FATESC (Joinville)
Prof.
Giovani Tzqcuk de Souza – FATEJ (Jaraguá do Sul)
Profa.
Loucissie Sant-Ana – IESVILLE (Joinville)
Profa.
Leonor Schroeder – FASSESC (Florianópolis)
Profa.
Elza Cristina Giostri – SOCIESC (Joinville)
•
NÚCLEO DE PESQUISA:
Prof.
Rógis Juares Bernady – EXPONENCIAL
(Chapecó)
Prof.
Marcos Augusto Pires Meurer – SINERGIA (Navegantes)
Profa.
Adalmar Regina Costa – FATESC (Joinville)
Prof.
Einstein Pereira Gomes – FATEJ (Jaraguá do Sul)
Profa.
Andréia Maura Frei de Lira – IESVILLE (Joinville)
Prof.
Pedro Paulo de Andrade Júnior – FASSESC
(Florianópolis)
Prof.
Marcos Estevão Balzer – SOCIESC (Joinville)
•
NÚCLEO DE EXTENSÃO:
Sra.
Ilana Boava Pintos – EXPONENCIAL (Chapecó)
Prof.
Marcos Augusto Pires Meurer – SINERGIA (Navegantes)
Prof.
Sofia Zimath – FATESC (Joinville)
Prof.
Djalmir da Rocha – FATEJ (Jaraguá do Sul)
Prof.
José Sidney de Miranda Garcia – IESVILLE
(Joinville)
Prof.
Pedro Paulo de Andrade Júnior – FASSESC
(Florianópolis)
Profa.
Giane Bracelo Luetke – SOCIESC (Joinville)

Notícias dos Associados
REVISTA
CIENTÍFICA: A
Revista Científica do Instituto Superior Tupy, mantida pela
Sociesc, abre a chamada de novos artigos nas áreas de
ensino,
pesquisa e extensão para a composição
de sua
6ª edição. A temática desta
edição é
Inovação
Tecnológica. Os trabalhos serão aceitos
até o dia
15 de maio de 2006. Envie os artigos para revista_ist@sociesc.com.br.
Orientações metodológicas
estão no site
http://www.sociesc.com.br/revistaist_instrucoes_2006.doc.
ENSINO A DISTÂNCIA:
A UNIASSELVI está oferecendo mais
cursos de graduação à
distância. Além
de atender todas as regiões do Estado de Santa Catarina, a
instituição ampliou a oferta de cursos para
outros
Estados, como Paraná, Rio Grande do Sul, Paraíba,
Pará, Espírito Santo, Minas Gerais e Amazonas. Os
cursos
são oferecidos através de pólos de
ensino, em
parceria com instituições e empresas do ramo
educacional
de cada região. No total são oito cursos de
graduação voltados à
formação de
docentes e para a área de tecnologia.
Os cursos na área de licenciatura plena são:
Normal
Superior (habilitação em Magistério
dos Anos
Iniciais do Ensino Fundamental e posterior complemento para
Educação Infantil), História,
Ciências
Biológicas, Matemática, Geografia e
Letras/Português. As opções de cursos
na
área de tecnologia são: Gestão de
Empresas e
Gestão Logística Empresarial. Para
manutenção dos cursos há uma equipe
específica que coordena todas as atividades do
Núcleo de
Educação a Distância da
instituição
(NEAD), que é composto por coordenadores de curso,
professores-autores, tutores, profissionais de
comunicação, pessoal administrativo e pessoal de
apoio
logístico.
Segundo o superintendente de ensino da UNIASSELVI, professor Francisco
Fronza, a instituição ampliou as
opções,
facilitando o acesso ao ensino superior em cursos de
graduação nas diversas regiões.
“Neste novo
processo de inscrição e
seleção de
candidatos aos cursos de Educação a
Distância
mantivemos as graduações de licenciatura,
voltadas
à formação de docentes, e ampliamos as
possibilidades de estudo aos interessados na área de
tecnologia”, explica. Fronza diz que os cursos de tecnologia
estão de acordo com as regulamentações
legais e
garantem aos formados condições de prosseguir
seus
estudos. “Os formados nestes cursos podem cursar,
posteriormente,
pós-graduação e mestrado”,
exemplificou.
Os cursos na área de tecnologia (Gestão de
Empresas e
Gestão de Logística Empresarial) têm 30
meses de
duração. O objetivo da UNIASSELVI, ao oferecer
estas
opções de graduação,
é proporcionar
“capacitação técnica para o
exercício
de funções estratégicas nas
empresas”,
afirma Fronza. Uma forte motivação para a
instituição oferecer estes cursos é o
aumento da
produção industrial catarinense e brasileira,
principalmente no setor de exportações. Na
área de
licenciatura plena os cursos têm
duração de 36
meses.
Os cursos de tecnologia realizarão os encontros presenciais
às quartas-feiras, das 18h40min às 22h20min.
Já os
cursos de licenciatura plena farão encontros presenciais
semanalmente, sempre às quintas-feiras, no mesmo
horário.